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sábado, 25 de fevereiro de 2023

Sorteio da RIFA SOLIDÁRIA foi adiado para 19 de Março de 2023


O Instituto Cultural Raízes, comunica a todos(as) os(as) interessados(as) que devido a questões operacionais e a necessidade de ampliarmos a vendagem dos bilhetes, o sorteio da RIFA SOLIDÁRIA ficou adiado.

NOVA DATA DO SORTEIO
O sorteio ocorrerá no dia 19 de março de 2023 e será transmitido ao vivo pelo Instagram @projetoarteevidafloresta, e o resultado será divulgado nas nossas demais redes sociais.

DO BILHETE E VALOR
Continuam valendo os mesmos bilhetes que estão sendo divulgados, conforme exemplo abaixo, ao final da matéria. O valor do bilhete é de R$ 5,00 (cinco reais).

PREMIAÇÃO
Serão três prêmios sendo o primeiro um Pix de R$ 150,00, o segundo prêmio um Pix de R$ 100,00 e o terceiro prêmio, um Pix de R$ 50,00.

AONDE COMPRAR OS BILHETES
Os bilhetes estão sendo vendidos por membros da Diretoria do Instituto Cultural Raízes, parceiros e alunos(as) do Projeto Arte e Vida.

INFORMAÇÕES
Para maiores informações, contactar Libânio Francisco, Presidente do Instituto Cultural Raízes, através do Whatsapp (87) 99927.9125.

DESTINO DOS RECURSOS ARRECADADOS
O recurso arrecadado com a rifa será aplicado na manutenção do Projeto Arte e Vida no bairro Dner, em Floresta/PE, projeto este realizado em parceria com a Diocese de Floresta.

Como é de conhecimento, o Instituto Raízes é uma organização sem fins lucrativos e depende do apoio de parceiros(as) e amigos(as) para poder manter suas atividades.

Solicitamos a todos os(as) amigos(as), parceiros e admiradores de nosso trabalho que adquiram o bilhete e que divulguem junto às suas amizades e nas redes sociais.

Confira a seguir o modelo do bilhete da Rifa que está à disposição dos(as) interessados(as) em colaborar.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Instituto Raízes lança RIFA SOLIDÁRIA para ajudar na manutenção do Projeto Arte e Vida

                           


O Instituto Cultural Raízes, lança como parte da campanha de apoio financeiro para a manutenção das atividades do Projeto Arte e Vida, no bairro Dner em Floresta/PE a presente RIFA SOLIDÁRIA.

SORTEIO
O sorteio ocorrerá no dia 26 de fevereiro de 2023 e será transmitido ao vivo pelo Instagram @projetoarteevidafloresta, e o resultao será divulgado nas nossas demais redes sociais.

VALOR DO BILHETE E PREMIAÇÃO
O valor do bilhete é de R$ 5,00 (cinco reais) e serão três prêmios sendo o primeiro um Pix de R$ 150,00, o segundo prêmio um Pix de R$ 100,00 e o terceiro prêmio, um Pix de R$ 50,00.

AONDE COMPRAR OS BILHETES
Os bilhetes estão sendo vendidos por membros da Diretoria do Instituto Cultural Raízes, parceiros e alunos(as) do Projeto Arte e Vida.

INFORMAÇÕES
Para maiores informações, contactar Libânio Francisco, Presidente do Instituto Cultural Raízes, através do Whatsapp (87) 99927.9125.

DESTINO DOS RECURSOS ARRECADADOS
O recurso arrecadado com a rifa será aplicado na manutenção do Projeto Arte e Vida no bairro Dner, em Floresta/PE, projeto este realizado em parceria com a Diocese de Floresta.

Como é de conhecimento, o Instituto Raízes é uma organização sem fins lucrativos e depende do apoio de parceiros(as) e amigos(as) para poder manter suas atividades.

Solicitamos a todos os(as) amigos(as), parceiros e admiradores de nosso trabalho que adquiram o bilhete e que divulguem junto às suas amizades e nas redes sociais.

Confira a seguir o modelo do bilhete da Rifa que está à disposição dos(as) interessados(as) em colaborar.

Continua a Campanha do Instituto Raízes em busca de apoio financeiro para manter suas atividades

                                


O Instituto Cultural Raízes está lançando uma Campanha de Apoio Solidário, com o objetivo arrecadar recursos que possibilitem custear a manutenção de suas atividades e em especial do Projeto Arte e Vida no bairro Dner em Floresta/PE.

Nos últimos anos, o Instituto Raízes vinha mantendo suas atividades em Floresta/PE, sendo custeadas a partir de parcerias construídas especialmente com a Diocese de Floresta e doações de amigos italianos, bem como através da execução de projetos.

VEJA O VÍDEO DA CAMPANHA:


Desde o ano passado (e sobretudo agora) o Instituto Raízes se encontra sem condições de custear a manutenção dos trabalhos realizados pela entidade, especialmente o Projeto Arte e Vida, no bairro Dner que atende crianças, adolescentes e jovens com oficinas culturais e atividades sócio-educativas, num trabalho que é referência em Floresta e região.

A entidade se encontra no momento, com uma dívida que supera os 14 mil reais e a necessidade de dispor de R$ 3.500,00 por mês para poder pagar as despesas com a realização das oficinas e demais atividades formativas e de comunicação.

COMO FAZER PARA CONTRIBUIR:


Para contribuir as pessoas podem realizar depósito bancário ou transferência para a conta corrente nº 24.922-X, Agência 1061-8, Banco do Brasil em nome de: INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DA CULTURA E DA ARTE.

As doações também podem ser feitas através da chave Pix: 04339711000146, que é o CNPJ do Instituto Cultural Raízes.

Conheça o Projeto Arte e Vida que é o principal Projeto sócio-educativo e cultural, realizado do Instituto Raízes na Comunidade do Dner, em parceria com a Diocese de Floresta, acessando o presente link.


NA ITÁLIA TAMBÉM ESTÁ SENDO REALIZADA UMA CAMPANHA DE APOIO


Na Itália, a equipe de Missio Fiesole, que já esteve visitando o Projeto Arte e Vida em 2019 e 2022, está realizando também uma campanha em busca de apoio financeiro para o desenvolvimento das ações do Arte e Vida no Dner.

A campanha na Itália é coordenada por Paolo Turini e Caterina.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

CONHEÇA A PRIMEIRA MULHER AFRICANA A GANHAR UMA MEDALHA NOS JOGOS DA Commonwealth.



Sabina Chebichi, a primeira mulher africana, queniana, a ganhar uma medalha nos jogos da Commonwealth em 1974.

Nascida a 13 de Maio de 1959, venceu a sua primeira maratona em 1973 enquanto descalça e vestindo somente um saiote.

Fonte: História e cultura africana

Saiba mais sobre a história de Sabina Chebichi, acessando AQUI.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Aniversariante do Dia - Cacique Davizinho do Povo Pankará


Nossos parabéns hoje, vai para o Cacique Davizinho, do Povo Pankará, da Serra do Arapuá, no dia em que completa mais um ano de vida.

Desejamos uma vida longa e repleta de saúde, paz e realizações positivas.

Que Deus e a Força Encantada, guie sempre seu caminhos e lhe abençõe !

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Dia da Liberdade de Cultos

                               


O Dia da Liberdade de Cultos é comemorado anualmente em 7 de janeiro no Brasil.

Esta data celebra a liberdade que todos os brasileiros têm de exercer as suas crenças de modo livre e sem qualquer tipo de perseguição religiosa.

História do Dia da Liberdade de Cultos

Essa data foi escolhida em homenagem à primeira lei criada no Brasil sobre a liberdade de cultos.

O projeto de lei de 7 de janeiro de 1890 foi feito por iniciativa do gaúcho Demétrio Ribeiro, Ministro da Agricultura naquela época.

Anos mais tarde, em 1946, com a promulgação da nova Carta Magna, o célebre escritor baiano e deputado federal por São Paulo, Jorge Amado, propôs um artigo para a Constituição que reafirmava a importância da liberdade religiosa no país.

Importância da Liberdade de Culto

O Brasil é um país multicultural, rico em crenças e doutrinas religiosas que enriquecem a sociedade brasileira.

Este direito está previsto de modo bastante claro no artigo 5º da Constituição Federal de 1988:

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
(...)
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;”

A Cabanagem / Guerra dos Cabanos

                               


A Cabanagem foi uma revolta que aconteceu na província do Grão-Pará, entre os anos de 1835 e 1840, durante o Período Regencial. Logo após a abdicação de Dom Pedro I e enquanto se aguardava Dom Pedro II atingir a maioridade, o império brasileiro foi governado por regentes. 

Esse período foi marcado por revoltas provinciais, e no Grão-Pará aconteceu a Cabanagem, uma das mais violentas desse período. As causas da revolta foram a grave situação econômica e social da região e a disputa pelo poder na província. Os principais líderes eram indígenas, negros e pobres, mortos pelas tropas regenciais.

Contexto da Cabanagem

Dom Pedro I abdicou do trono do império brasileiro em 1831. Seu herdeiro, Dom Pedro II, tinha apenas cinco anos de idade e não poderia sucedê-lo. Enquanto se aguardava a maioridade do futuro imperador, o Brasil foi governado por regentes. Em 1834, foi publicado o Ato Adicional que concedia relativa autonomia às províncias. O Período Regencial foi marcado por agitações políticas e revoltas em várias províncias brasileiras.

O Brasil seguiu o caminho inverso das antigas colônias espanholas, que, logo após a independência, transformaram-se em repúblicas. O ideal republicano esteve na pauta de várias revoltas regenciais. Para derrotar essas revoltas e manter a unidade territorial do império brasileiro, o governo regencial não poupou esforços em enviar tropas e derrotar os líderes das revoltas. Em vários casos, usou-se da violência para que servisse de exemplo e evitar novas revoltas.

O Grão-Pará era uma província que se localizava no Norte do Brasil e muito distante do Rio de Janeiro, capital do império. Isso fez com que a província tivesse mais proximidade com Portugal do que o governo imperial. As forças portuguesas tinham influência na região e entraram em conflito com as forças brasileiras, que estavam em ascensão logo após a independência do Brasil, em 1822.

Causas da Cabanagem

As principais causas da Cabanagem foram:
> crise política e econômica no Grão-Pará;
> autoritarismo do governo local nomeado pelos regentes;
> camadas populares exigiam melhores condições de vida e o fim da escravidão;
> disputas entre brasileiros e portugueses.

Estouro da Cabanagem

Desde a independência do Brasil, em 1822, a província do Grão-Pará enfrentava conflitos políticos entre brasileiros e portugueses. A população local se organizou para expulsar os portugueses, que desejavam manter a colonização brasileira.

Desde 1832, os governantes nomeados pelos regentes não eram aceitos pelo povo. A chegada de Bernardo Lobo de Sousa para governar a província desencadeou uma revolta armada. Sua forma autoritária e repressiva de governar o Grão-Pará fez com que os revoltosos fizessem um levante para derrubá-lo do poder e definitivamente expulsar os portugueses que controlavam o comércio da região.

Em 1835, começava a Revolta da Cabanagem, fruto da resistência do Grão-Pará contra as péssimas condições sociais, a presença portuguesa e o autoritarismo dos governantes enviados pela regência. O nome da revolta é uma referência ao termo como os revoltosos foram chamados: cabanos, que moravam em palafitas, também conhecidas como cabanas.

Félix Clemente Malcher e Francisco Vinagre prenderam e mataram o governador Bernardo Lobo de Sousa e instalaram um novo governo no Grão-Pará, liderado por Malcher. Porém, como aconteceu em várias revoltas provinciais, os integrantes do novo governo entraram em conflito por conta dos diversos interesses que entraram em choque.

Francisco Vinagre se desentendeu com Félix Malcher e, como liderava as tropas, tentou derrubar o novo governante, mas acabou preso. Seu irmão, Antônio Vinagre, assassinou Melcher e empossou Francisco como governador do Grão-Pará.

Outro líder que começou a se destacar na Cabanagem foi Eduardo Angelim, muito popular na camada mais pobre. Angelim liderou as tropas revoltosas contra o ataque do almirante britânico John Taylor, que chefiou os soldados imperiais no combate aos cabanos. Apesar de Taylor ter ocupado a capital Belém, as tropas de Angelim conseguiram reverter a situação, expulsar o almirante e assumir o comando da capital, proclamando um governo republicano.

Eduardo Angelim se tornou o novo governador do Grão-Pará e decidiu fazer um governo voltado às questões sociais e econômicas que tanto afligiam as camadas mais pobres da província. Apesar de ter apoio popular, Angelim não tinha apoio político, o que não garantiu a estabilidade do governo republicano recém-instalado.

As investidas dos soldados imperiais contra os revoltosos foram um sucesso, e Angelim foi deposto e preso. A capital retornou para a administração regencial e os cabanos se refugiaram para o interior da província, na última tentativa de resistir aos ataques militares dos soldados imperiais.

Entre 1837 e 1840, a luta entre revoltosos e governo regencial se deu de forma violenta. A Cabanagem saiu derrotada, mas entrou para a história como sendo a única revolta em que representantes das camadas populares assumiram o poder em uma província.


Líderes da Cabanagem

Os principais líderes da Cabanagem foram:

Felix Clemente Malcher

Nascido em 1772, na cidade paraense de Monte Alegre, Francisco Clemente Malcher foi militar e se tornou o primeiro governante a assumir o poder no Grão-Pará, logo após a eclosão da Revolta da Cabanagem. Porém, como governador, Malcher se afastou das reivindicações da revolta e começou a perseguir seus antigos companheiros de luta. Ele declarou sua fidelidade à Dom Pedro II e prometeu ficar no poder até a maioridade do futuro imperador. Em 20 de fevereiro de 1835, Malcher foi deposto e morto pelos integrantes da Cabanagem.

Francisco Vinagre

Logo após a deposição e morte de Félix Clemente Malcher, quem assumiu o poder do Grão-Pará foi Francisco Vinagre. Nascido em Belém, no ano de 1793, Vinagre era chefe das tropas da Cabanagem enquanto Malcher era governador. Desentendimentos entre os dois fizeram com que o governo cabano se desestabilizasse. Vinagre foi preso, mas seu irmão, Antônio Vinagre, matou Malcher e o libertou, empossando-o como novo governador. Tal qual o primeiro governante da Cabanagem, Francisco Vinagre foi acusado de traição e de se aliar aos regentes.

Eduardo Angelim

Eduardo Angelim nasceu em 1814, foi lavrador e um dos líderes da Cabanagem. Desde a juventude, participou ativamente da política no Grão-Pará. Foi o último governante da província e tentou fazer um governo voltado para as questões sociais. A falta de apoio político desestabilizou seu governo, o que favoreceu a retomada do poder regencial.

A Província do Grão-Pará era uma das maiores em extensão territorial. Localizada no Norte do Brasil, seu território ocupava as regiões onde hoje são Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia e Tocantins.

Por conta da sua posição geográfica, a província estava isolada do Rio de Janeiro, capital do Brasil na época, e bem mais próxima de Portugal. Por isso, a influência portuguesa era mais forte na região do que as decisões vindas do governo central brasileiro. Logo após a independência brasileira, a população do Grão-Pará se mobilizou para expulsar os portugueses e aderir ao império brasileiro.

Saiba mais acessando este link.