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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

CARTA DE FLORESTA - SOBRE A USINA NUCLEAR


CARTA DE FLORESTA

A todas as pessoas de boa vontade, Às lideranças políticas do País, dos Estados da Bacia do Rio São Francisco e, mais precisamente, do Sertão de Itaparica 

“Alegrai-vos com os que se alegram, chorai com os que choram” (Rm 12,15)

Floresta, 06 de novembro de 2019

Nós, bispos, presbíteros, diáconos, religiosas, leigos e leigas, representantes das comunidades quilombolas e de povos indígenas, pesquisadores e estudantes, reunidos em Floresta – PE nos dias 5 e 6 de novembro de 2019, chamados, como cristãos, a sermos solidários com toda criatura humana e com a natureza, e a fazer da nossa vida e da nossa fé um sinal e um instrumento do amor de Deus para com todas as suas criaturas, sentimo-nos impelidos a escutar o povo de Itacuruba e da região do Sertão de Itaparica a respeito das esperanças e dos temores suscitados pelo projeto de implantação de um complexo nuclear naquele município, à beira do rio São Francisco. Escutar para entender, para se informar, para solidarizar-se, escutar como estilo de caminhar juntos, a fim de que todos possam ser protagonistas das suas vidas e do seu futuro. Em tudo, fomos conduzidos e iluminados pela constatação de que progresso e desenvolvimento só são verdadeiros e reais quando promovem a vida, a partir da vida dos mais necessitados, e não a economia e o lucro de uma restrita elite.

Nossa primeira preocupação é com a vida de quantos moram na região, com o trabalho, a cultura, o futuro, a possibilidade de um crescimento e de um desenvolvimento de acordo com as suas caraterísticas, tradições, possibilidades e aspirações.

O povo que mora em Itacuruba e na região tem rosto e tem nome, história que fala de promessas não cumpridas, quando foi tirado de sua terra pela construção das barragens da hidrelétrica, de esperanças frustradas pela impossibilidade de continuar a trabalhar dignamente para a sua vida, de depressão, de suicídio entre os jovens que não aceitam ter uma vida fútil e sem sentido, reduzida ao consumismo. Sentimos, nas falas deste povo, o drama de quem desejaria mostrar suas forças e energias para o presente e o futuro, mas não tem perspectivas. Esse povo não sente a necessidade de usina nuclear, não acredita em promessas que já ouviu trinta anos atrás e que resultaram na situação problemática em que hoje vive.

Progresso não pode ser palavra bonita, mas vazia, não pode significar imposição de um modelo de vida baseado no ter e que acarreta problemáticas sociais muito fortes. Com quais instrumentos de conhecimento, com quais estruturas sociais o povo de Itacuruba e região irá enfrentar a transformação decorrente da chegada de muitas pessoas na sua terra? Quais serão as possibilidades de desenvolver harmoniosamente a sua vida no futuro próximo? Temos, de fato, uma grande responsabilidade também com as próximas gerações, pois as nossas escolhas, ainda mais em casos como este, sempre vão gerar consequências importantes. Diz o Papa Francisco na sua Encíclica Laudato Sí: “Que tipo de mundo queremos deixar a quem vai suceder-nos, às crianças que estão crescendo? Esta pergunta não toca apenas o meio ambiente de maneira isolada, porque não se pode pôr a questão de forma fragmentária. Quando nos interrogamos acerca do mundo que queremos deixar, referimo-nos sobretudo à sua orientação geral, ao seu sentido, aos seus valores... se esta pergunta é posta com coragem, leva-nos inexoravelmente a outras questões muito diretas: Com que finalidade passamos por este mundo? Para que viemos a esta vida? Para que trabalhamos e lutamos? Que necessidade tem de nós esta terra? Por isso, já não basta dizer que devemos preocupar-nos com as gerações futuras; exigese ter consciência de que é a nossa própria dignidade que está em jogo” (LS 160).

Por toda esta série de considerações, denunciamos os erros do passado e pensamos que eles deveriam nos ajudar a refletir melhor para que não sejam repetidos e, sobretudo, a não tomar decisões sem escutar os interessados.

A saúde do rio São Francisco também nos preocupa, porque, dele e com ele, o nosso povo vive e cresce, e não pode ser considerado como um instrumento de lucro por uma técnica que sabe fazer muitas coisas, mas que, até agora, raramente foi colocada a serviço da vida plena da nossa casa comum.

Todos aceitam com entusiasmo a possibilidade de uma vida melhor, mas isso significa acesso à educação e à saúde, possibilidade de um trabalho real e contínuo, justiça social e defesa das culturas; significa, sobretudo, unir a população e vislumbrar outros modelos de desenvolvimento pautados no princípio da dignidade da vida humana. É esse o tipo de desenvolvimento de que estamos precisando, algo que faça do povo de Itacuruba e região não pessoas que recebem uma “recompensa” por hospedar um complexo nuclear difícil de aceitar, mas que poderão afirmar sua plena pertença a um País e contribuir para o crescimento dele com humildade e ousadia.

Conclamamos todos os homens e mulheres de boa vontade, independentemente de suas convicções político-ideológicas, a conhecerem os estudos técnicos e sócio-antropológicos relativos à temática, e a se comprometerem com a defesa e a promoção da vida dos povos, do Rio São Francisco e do meio ambiente como um todo, a fim de que “todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10).

Dom Gabriel Marchesi 
Bispo diocesano da Diocese de Floresta 

Dom Paulo Jackson Nóbrega de Sousa 
Presidente da CNBB Regional NE 2 

Dom Antônio Carlos Cruz Santos 
Vice-Presidente da CNBB Regional NE 2 

Dom Limacêdo Antonio da Silva 
Presidente da Comissão Regional Pastoral para a Ação Sociotransformadora

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Diocese de Floresta realiza encontro sobre a Usina Nuclear em Itacuruba, no Sertão de Pernambuco

Dom Gabriel Marchesi, Bispo Diocesano de Floresta
A Diocese de Floresta, no sertão de Pernambuco, iniciou na terça-feira dia 5 de novembro de 2019, a realização de importante evento, tendo como tema central "O Rio São Francisco e suas energias: impactos e desafios".

O objetivo do evento que conta com a presença de vários bispos do Regional Nordeste 2 da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, é dar voz aos vários seguimentos sociais e conhecer os argumentos, contrários e favoráveis, à instalação de uma usina nuclear na região. 

Para tanto, serão ouvidos vários especialistas, além de lideranças indígenas, quilombolas e outras comunidades da região que vivem da pesca e da agricultura, bem como outros seguimentos que podem ser impactados por um empreendimento desta magnitude.

Encontro dos Bispos com lideranças populares em Itacuruba
A programação teve início na parte da manhã, com a realização de encontro aberto ao público, na Igreja matriz da cidade de Itacuruba, aonde se fizeram presentes os Bispos, lideranças locais e de cidades circunvizinhas, que expressaram suas preocupações e opiniões, em sua maioria, contrárias a instalação da usina nuclear na região.

Um dos momentos de maior significado foi a participação dos povos indígenas, especialmente, do Povo Pankará de Itacuruba, do Serrote dos Campos, que expressaram com as Toantes do Toré e nas falas das lideranças, seu posicionamento contrário a instalação da usina.

Lideranças do Povo Pankará cantando suas Toantes
Na parte da tarde, em Floresta, no Centro de Formação da Diocese, teve início a programação de palestras e debates sobre a importância do Rio São Francisco para o nordeste e para a região, os impactos de ações governamentais anteriores e as consequências de uma usina nuclear na região.

O encontro seguiu pela noite e serão retomadas as discussões nesta quarta-feira dia 06, com o debate sobre a realidade histórica de Itacuruba e a respeito das próximas iniciativas a serem encaminhadas, no sentido de proporcionar a conscientização sobre os riscos e consequências de tal iniciativa.

Todo o evento é promovido pela Diocese de Floresta, em conjunto com a Comissão Regional Pastoral para a Ação Sociotransformadora da CNBB. 

Na Carta Encíclica Laudato Si', de 2015, o Papa Francisco aconselha a Igreja a discutir com a sociedade os temas de interesse de nossa "Casa Comum", como diz o texto. "Quando surgem eventuais riscos para o meio ambiente que afetam o bem comum presente e futuro, esta situação exige que as decisões sejam baseadas num confronto entre riscos e benefícios previsíveis para cada opção alternativa possível".

O Encontro desta quarta acontece no Centro de Formação da Diocese de Floresta, na Avenida Manoel Alves de Carvalho, S/N e é aberto ao público.

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

OS DOIS FRANCISCOS


OS DOIS FRANCISCOS
o de Assis e o de Buenos Aires.
Pe Zezinho scj

Um deles é do século 13 e é venerado como o santo pobrezinho ( poverello) e tinha sido rico. Foi líder de jovens.

Em menos de um século seus seguidores, monges, monjas,irmãos menores, leigos, casais tinham optado pela pobreza e pela mansidão e chegaram a quase um milhão de seguidores em toda a Europa. Francisco de Assis se convertera para a paz e para a mansidão e para o diálogo em favor da vida aos 26 anos e morreu 16 anos depois ! É respeitado por todas religiões pelo legado que deixou há 800 anos.

O outro, chamava-se JORGE BERGOGLIO , tinha só um pulmão e ainda vive e é o atual Papa dos católicos .

Está sacudindo a igreja do século 21 e é respeitado pelo mundo inteiro, exceto por menos de 0,1 % de católicos que alegam representar 10% . Eles não acham que ele representa o diálogo, a paz e a mansidão e a retidão São Francisco de Assis.

Mas como os outros Franciscos, ( Xavier, Sales) também canonizados que imitaram São Francisco de Assis nem sempre foram reconhecidos em vida .

Os dois Franciscos optaram pelo desprendimento, pelo diálogo para a solução de conflitos, pela disciplina na Igreja, pela volta a costumes mais simples, pela partilha em favor dos pobres, por misturar-se com o povo; pelo testemunho pessoal e pregações que o povo simples entende. Os dois tinham cheiro de ovelhas. O de Assis amansava até lobos. O de Buenos Aires está tendo dificuldades em amansar alguns católicos irados por suas reformas.

SOFRIMENTOS ?

São Francisco de Assis foi deposto da liderança na própria ordem que fundara. Mas quem o depôs acabou deixando a ordem. E só é lembrado pelos livros de Historia.

O Papa Francisco enfrenta ferrenha oposição de alguns microgrupos bem organizados que, não podendo anular suas mudanças já trabalham pela sua sucessão.

O Espírito Santo pode surpreende-los com um sucessor ainda mais disposto a arejar a Igreja do Papa Francisco que só tem um pulmão . Nossa Igreja está respirando melhor com os últimos 9 papas que nos lideraram .

Quem viver verá. Aqueles rapazes e aquelas mocinhas do século 13 que sacudiram a Igreja do seu tempo nos deram milhões de jovens simples , pacifistas e preocupados em ajudar os mais pobres. Alguns tornaram -se bispos , cardeais, papas, empresários e políticos de sucesso . E viveram a simplicidade de Francisco e de Clara.

Imagino que Francisco de Buenos Aires e de Roma será imitado . E viverá um resumo dos ótimos papas que tivemos!

A volta ao passado ? Não acontecerá ! Guardaremos o que foi bom e avançaremos por águas mais profundas. Sem medo do amanhã ! Somos a Igreja Católica. Os historiadores sabem disso ! E os católicos que estudaram nossa História sabem também !

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Maracatu Afrobatuque e Projeto Arte e Vida são destaque em noite de Celebração com Representante do Papa Francisco


No sábado, dia 21 de setembro de 2019, no Centro Histórico de Floresta/PE, aconteceu um dos momentos mais significativos da visita do Representante Diplomático do Papa Francisco no Brasil, Dom Giovanni D'Aniello.

Antes da Celebração Eucarística Especial, expressões das tradições culturais de Floresta como a Confraria do Rosário e o Maracatu Afrobatuque, saíram em cortejo da Igreja do Rosário em direção a Catedral, sendo recebidos por Dom Giovanni D'Aniello e Dom Gabriel Marchesi (Bispo Diocesano de Floresta).

O Grupo Cultural Maracatu Afrobatuque, que completou 8 anos de existência e Resistência Humana e Cultural, é o principal grupo de cultura popular de Floresta e região e é composto por alunos(as) do Projeto Arte e Vida das comunidades do DNER e do Escondidinho/Vulcão.

A apresentação do Maracatu Afrobatuque, foi uma forma de agradecimento a Diocese de Floresta, na pessoa de seu Bispo Dom Gabriel, por sua confiança e apoio ao trabalho do Instituto Cultural Raízes e pela consolidação da parceria que permitiu a criação do projeto Arte e Vida

Representante do Papa Francisco no Brasil tem Encontro com Povos Indígenas

Dom Giovanni D'Aniello, recebendo um abraço do Pajé Pankará Manoel Cacheado

No domingo dia 22 de setembro de 2019, cumprindo um dos últimos compromissos de sua agenda em visita realizada a Diocese de Floresta, o Representante Diplomático do Papa Francisco no Brasil, Dom Giovanni D'Aniello, celebrou Missa na Igreja Matriz de Carnaubeira da Penha.

A celebração foi acompanhada por várias lideranças indígenas das Etnias Atikum e Pankará, além de diversas representações públicas e comunitárias.

Logo após a celebração, em que dirigiu palavras de fraternidade e esperança (em nome do Papa Francisco) Dom Giovanni D'Aniello recebeu de Caciques e Pajés vários presentes representando a arte e tradição indígena de Carnaubeira da Penha.

Dom Giovanni D'Aniello e Dom Gabriel Marchesi no momento da comunhão
Um dos momentos mais emocionante da Celebração Eucarística, foi a comunhão, aonde Dom Giovanni D'Aniello e Dom Gabriel Marchesi (Bispo Diocesano de Floresta), receberam os populares e fiéis presentes, num clima de profunda religiosidade.

O TORÉ

Ao final da Celebração Pajés e lideranças dos Povos Atikum e Pankará, conduziram um momento de forte espiritualidade, com a representação do TORÈ, ritual tradicional dos povos originários de nossa terra.

EM DESTAQUE: Pajé Sr. Augusto do Povo Atikum

EM DESTAQUE: Pajé Sr. Manoel Cacheado do Povo Pankará

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Representante do Papa Francisco no Brasil visita o Projeto Arte e Vida

Da esquerda para a direita: Irmã Kelly, Irmã Graça, Dom Gabriel, Dom Giovanni,
Irmã Darcylene e Libânio Neto.
Nesta sexta-feira dia 20 de setembro de 2019, o Representante Diplomático do Papa Francisco no Brasil, Dom Giovanni D'Aniello, realizou visita ao Projeto Arte e Vida no bairro do DNER.

Dom Giovanni esteve acompanhado do Bispo Diocesano Dom Gabriel Marchesi, os quais foram recepcionados pela comunidade das Irmãs Vicentinas de Gysegem e pela Coordenação do Projeto Arte e Vida.

Após conhecer o Espaço Arte e Vida e verificar quais os serviços prestados às crianças, adolescentes, jovens e mulheres, Dom Giovanni, juntamente com Dom Gabriel, acompanharam as apresentações culturais das alunas e alunos do Projeto Arte e Vida, aonde teve destaque as danças do Caboclinho, Coco de Roda e Maracatu, além da percussão do Samba Reggae e, a apresentação da encenação denominada de "A Viagem", seguida de apresentação da Capoeira.

Finalizando as apresentações culturais o Grupo Cultural Afro Mulher, apresentou o Maracatu, tocado só por meninas/mulheres.

As apresentações culturais foram coordenadas pela equipe de Instrutores do Projeto Arte e Vida, com destaque para Marciano Lima, Igor Roam, Ana Beatriz e Sâmara Nathyelly.

Na oportunidade, Dom Giovanni e Dom Gabriel receberam brindes artísticos produzidos pelo artesão João Batista, que também é o Instrutor de Capoeira do Projeto. 

Fazendo uso da palavra, Dom Giovanni, assim como Dom Gabriel, expressou a alegria pela acolhida e por ver os resultados positivos, já alcançados pelo Projeto Arte e Vida.

Representando o Instituto Cultural Raízes, Libânio Neto, agradeceu a participação de cada uma das crianças, adolescentes e jovens do Projeto Arte e Vida, bem como das mães que se fizeram presentes, expressando ainda a felicidade por ocasião da visita de Dom Giovanni e a gratidão a Dom Gabriel pela confiança, o apoio e o incentivo, para que se possa levar adiante as ações do Projeto nas comunidades do DNER e do Escondidinho.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Representante Diplomático do Papa Francisco visita a Diocese de Floresta

Dom GIOVANNI D'ANIELLO - Núncio Apostólico

Nesta quinta-feira dia 19 de setembro de 2019, realizou-se a acolhida à visita do Núncio Apostólico, Dom GIOVANNI D"ANIELLO, no Centro de Formação da Diocese de Floresta.

O encontro com representantes do Poder Público da região, foi o primeiro compromisso de Dom Giovanni em sua visita de quatro dias a Diocese de Floresta.

Estiveram presentes representantes do Poder Público Municipal das cidades de Floresta, Petrolândia, Itacuruba, Jatobá, Ibimirim e Inajá, além de representações de outros órgãos públicos na região.

Nas palavras proferidas pelo Prefeito de Floresta e pela Prefeita de Petrolândia, destaque para as potencialidades existentes na região, bem como os problemas sociais que ainda são profundos.

Destacou-se também as ações no âmbito da Diocese de Floresta, que representam sinais de esperança, à exemplo do Projeto Arte e Vida, realizado pelo Instituto Raízes em parceria com a Diocese de Floresta,e da estruturação da Fazenda Bom Jesus que acolherá pessoas usuárias de drogas.

Nas palavras de Dom Giovanni, os agradecimentos pela acolhida e a afirmação da ação da Igreja, expressada na solidariedade e na fraternidade, em sintonia com as orientações do Papa Francisco.
Dom GABRIEL MARCHESI - Bispo Diocesano
O Bispo Diocesano, Dom Gabriel Marchesi, demonstrou em suas palavras a alegria em receber a visita de Dom Giovanni, bem como de sua importância para a caminhada da Igreja na Diocese de Floresta e, agradeceu a presença de todos(as) os(as) representantes das instituições públicas da região.

SAIBA COMO SERÁ A AGENDA DO NÚNCIO APOSTÓLICO:

Dia 20, sexta-feira - Manhã: Visita ao Projeto de Psicultura em Jatobá e visita as Agrovilas do Projeto Icó Mandantes em Petrolândia.
Na parte da tarde, Dom Giovanni, visitará o Projeto Arte e Vida no bairro DNER.
À noite realizará encontro com os seminaristas da Diocese de Floresta.

Dia 21, sábado - Encontro com o Clero e Religiosas e, participação no Conselho Diocesano de Pastoral - CODIPA em Floresta.
À noite, a partir das 19:00h, participará de Celebração Eucarística na Catedral de Floresta.

Dia 22, domingo, pela manhã, participará de Encontro com os Povos Indígenas em Carnaubeira da Penha, e encerrando sua passagem pela Diocese de Floresta, visitará a Fazenda Bom Jesus, que tratará de acolher e recuperar pessoas dependentes e usuárias de drogas.

Matéria: Equipe da TV Raízes
Fotos: Washington Luiz Alves e Libânio Neto.